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Mar 16

Finanças Pessoais do dia-a-diaEsta semana vivemos, sob o aspecto econômico, momentos muito interessantes no Brasil. Hoje, em um suplemento especial de 20 páginas, o jornal britânico The Guardian traça um panorama, um raio-x, do país “mais conhecido pelo futebol, samba e sensualidade”.

Dando ao Brasil o título de “terra de contrastes”, o jornal analisou nossa economia, agricultura, energia, saúde e cultura, não esquecendo de expor um perfil do presidente Lula e da cidade de São Paulo, carinhosamente apelidada de “a cidade do futuro”.

Os especialistas do jornal apostam no bom desempenho macroeconômico do país, lembrando que o fluxo de investimentos atingiu níveis recordes e dando destaque para a exportação, que vai desde soja até biocombustíveis e bens duráveis. O estudo destacou também o aumento da renda de ricos e pobres para justificar o crescimento interno.

O crescimento foi pra valer!
A reportagem coincide com dois eventos importantes, consumados nessa semana: a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) de 2007 e a tão aguardada ata da última reunião do Comitê de Políticas Monetárias (Copom).

O bom desempenho da economia, comentado também pelo The Guardian, pode ser constatado no considerável crescimento no PIB do ano passado, encerrado com alta de 5,4%. O que chama a atenção é o desempenho agropecuário. De um modo geral, o resultado alcançado do Produto Interno Bruto foi de R$ 2,6 trilhões.

Já o PIB per capita, divisão do PIB pelo total de número de residentes no país, teve um crescimento real de 4% em relação a 2006, alcançando R$ 13.515,00. O último trimestre de 2007 teve uma expansão de 6,2% quando comparada ao período equivalente de 2006 e de 1,6% quando comparada à expansão do terceiro trimestre de 2007.

De certa forma, o resultado surpreendeu a maioria dos analistas e suas previsões. Essa constatação tornou-se evidente com a pesquisa Focus (levantamento semanal realizado pelo Banco Central com diversas instituições financeiras), que demonstrava percentual esperado de 5,2% para o PIB de 2007. Até o governo previa algo em torno de 5,2% ou 5,3%, como o Ministro Guido Mantega comentou em entrevista recente.

O consumo das famílias teve sua quarta alta seguida, desta vez de 6,5%. Fica fácil apontar de onde sairam os recursos que garantiram o bom resultado: crédito fácil. Eu disse fácil, não barato. Um dos desempenhos mais espetaculares do ano foi, no entanto, da chamada intermediação financeira. Isso mesmo, os bancos, financeiras, empresas de cartões de crédito ganharam muito dinheiro em 2007.

Ambiente favorável
Em momentos de bom desempenho econômico o otimismo volta a reinar forte, o apelo ao consumo se torna algo mais natural e o aumento do trabalho formal permite que mais as pessoas idealizem sonhos materiais. Como exemplo do reflexo dessa mudança cito a indústria automobilística, que experimentou recordes inimagináveis até pouco tempo atrás.

Analistas consultados pelo jornal The Guardian concordam que a forte demanda doméstica, somada à estabilidade financeira e exportações bem distribuídas ofereceram ao país alguma proteção contra o desaquecimento americano. Tudo isso transforma o país em um porto seguro para o capital mundial. Basta lembrar que o excesso até nos fez tomar medidas restritivas contra a entrada de dólares no país.

Como fica a Selic?
No meio desse mar de otimismo foi divulgada a ata da última reunião do Copom. A possível alta da inflação coloca em perigo a meta estipulada para o ano de 2008, de 4,5%:

“O COPOM considera que a persistência de descompasso importante entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregadas tende a elevar a probabilidade de que tal cenário venha a se materializar”

Esse trecho da deixa clara a intenção dos representantes de, já na próxima reunião, optar pela elevação da taxa básica de juros (Selic). Infelizmente, a leitura que o Banco Central faz de uma demanda interna “robusta” se encerra na crença de que o consumo se reflete apenas nos gastos das pessoas, deixando de lado outro ponto crucial: a redução de gastos da máquina pública.

O Brasil e o seu dinheiro
A expectativa da alta da Selic reforça a recomendação de investimentos atrelados a essa taxa: fundos atrelados à Selic ou CDI e títulos do tesouro são boas opções caso essa possibilidade se concretize. O Brasil passa por um momento importante, afinal nunca tivemos pontos positivos com tamanha singularidade.

O bom momento econômico externo foi crucial, mas o verdadeiro teste vem agora. O mundo revê o seu crescimento para baixo enquanto nós pensamos, cada vez mais, em crescimento. Falando nisso, qual foi o seu crescimento pessoal em 2007? Já fez essa reflexão? Aproveite o final de semana para descansar, mas utilize seu tempo também para projetar seu crescimento em 2008.

Fontes usadas como consulta para este artigo: Infomoney, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo.
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Mar 16

Com base nas ameaças que os utilizadores enfrentam actualmente ao navegar na Internet, o World Wide Web Consortium (W3C) decidiu criar um novo grupo de trabalho ao qual chamou Security Context.

O objectivo é tornar a Web um espaço de navegação de confiança, assente em novas normas que capacitem os browsers para um trabalho mais fiável, ajudando os utilizadores na tomada de decisões que não ameacem a sua segurança online.

Tim Berners-Lee, director do consórcio, defende em comunicado que quando se navega na Internet o browser utilizado deve ajudar o utilizador a entender quem são os responsáveis pelas páginas visitadas já que apesar “de existir muita tecnologia de segurança”, os utilizadores “necessitam de maior ajuda para que não sejam enganados”.

Para levar a cabo a sua missão o grupo precisa de chegar a um consenso acerca das informações que os utilizadores necessitam que os browsers transmitam, para se certificarem do seu “contexto de segurança”, e a forma como a poderão fazer chegar ao utilizador para que ele se consciencialize dos perigos existentes.

Outro dos objectivos é sugerir formas que tornem estes programas menos vulneráveis às ameaças muitas vezes ocultadas pelos interfaces utilizados para registar possíveis ataques.

O novo Security Contest Work Group é o resultado de um workshop sobre Usabilidade e Transparência da Autenticação da Web - realizado em Março deste ano - que juntou empresas como a HP, Google, Mozilla, Nokia, Sun, entre muitas outras, a líderes da comunidade financeira online para discutir as ameaças na rede.

Este workshop demonstrou o interesse das organizações no tema pelo que a W3C prevê que a nova fundação reuna uma forte colaboração de criadores de browsers, especialistas na área da segurança, institutos de pesquisa, entidades financeiras e utilizadores finais.

O Security Context terá as suas acções coordenadas com outras organizações que já possuem algum know-how no sector, tais como a IETF, OASIS e a Liberty Alliance e conduzirá o seu trabalho sob as políticas da W3C.

Fonte: tek

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Mar 16

Foi publicado um draft do HTML 5. Embora a versão final da especificação só deva ser publicada em 2010, o draft agora publicado pelo World Wide Web Consortium já permite perceber aquelas que serão as principais novidades a introduzir na linguagem de programação Web, que não recebe um upgrade significativo desde 1997.

As novas funcionalidades incluem APIs para desenhar gráficos bidimensionais, embutir e controlar conteúdos áudio e vídeo permitir aos utilizadores a edição de documentos e partes de documentos interactivamente.

Entre os principais objectivos da especificação HTML 5 estão melhorias ao nível da interoperabilidade e redução dos custos de software, o que se espera seja possível através de uma especificação que forneça normas mais claras para o manuseamento de documentos em HTML e para a recuperação de erros.

O grupo de trabalho que tem estado a desenvolver a nova especificação inclui cerca de 500 participantes, onde se encontram muitos dos grandes nomes da indústria das TI, telecomunicações e Internet.

O ponto de partida do trabalho de desenvolvimento foi a criação de uma norma aberta e sem royalties para os conteúdos e aplicações web.

Fonte: Tek-Sapo

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Mar 09

 Cisco

A Cisco estima alcançar 10 milhões de acessos em banda larga móvel até 2010. Hoje, este número está em 602 mil, registrado no último semestre (de setembro a dezembro de 2007) na oitava edição do Barômetro Cisco da Banda Larga. Pedro Ripper, presidente da empresa, aposta neste avanço principalmente pela mobilidade oferecida pela 3G.“A previsão é de 10 milhões de conexões e a meta é de chegar a 15 milhões”, completa Ripper. Em um ano, foram registradas 1,74 milhão de novas conexões, atingindo 7,493 milhões, um crescimento de 30,5%, em comparação a 2006. A faixa de velocidade com maior expansão foi superior a 1 Mbps, com 2,368% de crescimento de novos acessos, com 28,1% de participação do mercado. A faixa de 8 Mbps representa 0,2%.

Para o próximo semestre, a Cisco prevê um crescimento de 30% em número de conexões. Como inibidor, a IDC aponta a falta de infra-estrutura das empresas de telecom, que restringe este acesso. Por outro lado, a compra acelerada de PCs, também pela classe C do País, e os preços acessíveis de conexão rápida permitem o aceleramento desta evolução.

Fonte: ITWeb

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Mar 05

Adsploit (ataques a redes de propaganda)
Também podemos observar que o termo “adsploit” surgiu como referência a ataques realizados por meio de redes de propaganda. Devemos admitir que este termo tem um longo caminho a percorrer, pois a pesquisa resultou em apenas quatro referências no Google, sendo que nenhuma delas pareceu ser particularmente coerente. Mas existe uma palavra que se adapta melhor a malwares, como o Trojan.Qhost.WU, que substituem as propagandas em texto do Google AdSense por anúncios de um provedor não autorizado e, potencialmente, mal intencionado.

Indexically Transmissible Viruses (vírus transmissíveis por indexação)
Os cibercriminosos estão trabalhando em tempo integral para fazer com que seus sites sejam relacionados em índices de busca. O algoritmo PageRank, do Gaming Google, que visa colocar um site com software malicioso substituindo um website proeminente em um mecanismo de busca, tem se mostrado um meio efetivo de afetar os computadores de visitantes desavisados ao website.

O Google e o restante das companhias do setor estão reagindo a esse tipo de golpe, como sugere a filtragem, feita pelo Google, de dezenas de milhares de páginas contendo malware, a partir de seu índice, no final de novembro do ano passado. Mas a facilidade e a rapidez com que novos sites podem ser criados significam que as companhias fabricantes de mecanismos de busca ainda vão ter momentos difíceis pela frente.

A referência aos “vírus transmissíveis por indexação” parece ser um meio de culpar mais os mecanismos de busca e menos os criminosos, mas essa é a questão: as buscas devem ser seguras. “Envenenamento da SEO” (“SEO poisining”) e “indexação de spams” (”spamdexing”) são, ambos, termos úteis para descrever este fenômeno.

Mas algumas pessoas que não fazem parte das indústrias de tecnologia e de mídia sabem que SEO significa search engine optimization, ou otimização de mecanismos de busca, e que spamdexing, depois de mais de uma década de utilização, continua sendo um termo restrito pela tolerância legal a transmissão de spams e pelo desejo quase universal, entre os proprietários de websites, de obter os benefícios da indexação de spams, melhor identificada como PageRank.

Advertir que um site de busca contém “vírus transmissíveis por indexação” parece provocar um maior cuidado por parte dos usuários desses mecanismos e mais ação dos mecanismos de busca, do que os dois termos mais antigos.
 

Snookies (cookies prejudiciais)
Embora o termo, apresentando 19 mil registros no Google, seja o nome de uma companhia fabricante de biscoitos (cookies, em inglês), ele pode ser utilizado na indústria de tecnologia para se referir ao mau uso dos cookies de Internet, que são arquivos que os websites depositam nos computadores dos usuários.

Snookies, que significa cookies prejudiciais, ou cookies de subdomínio, se você preferir um nome menos pejorativo, parecem originar do domínio na web do site visitado, mas o subdomínio de que eles se originam – subdomínio.domínio.com, por exemplo – é programado para encaminhar para um servidor de terceiros. Isso é feito para evitar o bloqueio pelos usuários que têm seus navegadores projetados para rejeitar cookies de sites de terceiros.

Redes anti-sociais
Um termo que faz paródia à mania das redes sociais pode verificar um uso mais direto, à medida que os cibercriminosos avançam em seus esforços para roubar informações pessoais de sites como Facebook, MySpace e Orkut. O Google eliminou muito rapidamente um worm do Orkut que surgiu em dezembro de 2007, mas é certo que os esquemas para roubar dados a partir de redes sociais se tornarão mais comuns.

Social Graft
O mau uso dos gráficos sociais (social graph) – como a Facebook chama sua lista de amigos – de uma companhia, visando ao roubo de material. Este esquema poderia ser empregado para descrever o uso da tecnologia Beacon, da Facebook, assim como os esforços direcionados ao roubo de identidade ou a fraudes relacionadas. Este termo deve ser utilizado apenas como uma variação na interface de programação de aplicativos do Google Social Graph; chamá-la de API da Social Graft parece capturar o espírito do ataque aos amigos de alguém.

Whaling (pescar peixes grandes)
Quando alguém “pega um peixe grande” (expressão em inglês para indicar um indivíduo ou uma companhia proeminente), está praticando whaling. Alan Paller, que trabalha no SANS Institute, utiliza o termo para se referir ao direcionamento de ataques de phishing a pessoas proeminentes.

Mesmo se o termo desaparecer, como resultado de ser desnecessário, a tendência de tentar enganar alvos altamente valorizados para que “entreguem as chaves do reino” certamente deverá aumentar.

Lieware (softwares falsos)
Em 2007, havia muitos “softwares antivírus criminosos”, às vezes, também chamados de “softwares antivírus falsos”. Mas esses termos são confusos, porque existe muita controvérsia a respeito. Os softwares antivírus falsos não são nem mesmo softwares antivírus. Então, o que são? O “lieware” é um termo muito menos empregado para descrever software que “finge” ser algo que não é. Com apenas 420 referências no Google, o termo nem chega perto do reconhecimento de “adware” ou “spyware”. Mas graças à crescente necessidade de produtos antivírus, estamos confiantes que veremos mais liewares tentando enganar nossos sistemas, cada um a seu modo.

Spham ou Spamble
Os pesquisadores da área de segurança prevêem um aumento no volume de spams direcionados a dispositivos móveis, particularmente, por meio de SMS. Embora o termo “blogging”, nada atrativo, tenha dado origem a um nome ainda menos atrativo, o “moblogging” (blogging em um dispositivo móvel), o “mospam” simplesmente não funciona.

Embora tenha sido proposto o termo “spamble” como abreviação de spam direcionado a apostas em dinheiro (spam + gamble, que significa apostar, em inglês), este termo também tem o potencial de sugerir spam recebido enquanto se aposta utilizando um dispositivo móvel.

O “spham” proporciona um meio mais direto de combinar spam e telefone, apesar de que pelo fato de a pronúncia parecer a mesma do termo “spam”, isso pode limitar seu apelo. (Sim, você pode enfatizar a pronúncia do “h” e dizer “sp-ham”, mas as pessoas começarão a pensar se a causa da sua estranha pronúncia é contagiosa.)

Backdoored (pela porta de trás)
Todo mundo na indústria de segurança em TI está familiarizado com os nomes “portas de trás” (Em inglês, se diz backdoored, que é praticamente impossível de ser traduzido literalmente para o português.) e Cavalos de Tróia invadindo pela porta de trás (backdoor Trojans).

Em 2008, o termo “porta de trás”, anteriormente um adjetivo ou substantivo, conseguiu ser “promovido”, como a palavra “google”, para a categoria dos verbos.

Um exemplo de backdoor Trojan é o Zlob, que os pesquisadores na área de segurança esperam ver com muito mais freqüência no próximo ano.

Patch Fix (correção de correções)
A solução é a correção que soluciona o último patch efetuado. Isso pode parecer redundante, mas considerando o número de correções que criam mais problemas e, conseqüentemente, precisam ser corrigidas, a redundância parece ser necessária para compensar a ausência de qualidade do código.

por Thomas Claburn/InformationWeek EUA
18/02/2008
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Mar 05

Segundo Information Week EUA, entre os destaques para este ano estão virtualização e vídeo corporativo

InformationWeek EUA apresenta sua lista anual das tecnologias mais importantes que deverão ganhar grande destaque na indústria, este ano. As escolhas incluem virtualização de servidores, vídeo corporativo e aplicativos de “presence-aware”.
Um novo ano sempre traz mudanças e novos desafios para os gerentes de TI, e 2008 não será exceção. Embora existam dezenas de tecnologias emergentes que têm o potencial de romper com os padrões atualmente estabelecidos, as cinco que apresentaram uma oportunidade significativa de levar a importantes implicações para as companhias, em 2008, são: virtualização, o papel da Apple e a administração de empresas de plataforma cruzada, centrais de dados gerenciadas, redes de vídeo sobre IP, e aplicações de “presence-aware”.

O que todas essas cinco tecnologias têm em comum é a capacidade de mudar o curso de seus planos de TI, redefinir sua infra-estrutura de rede, gerenciar seus desktops e alterar o modo como você desenvolve e implementa seus aplicativos.

Virtualização já!
Muitas coisas aconteceram no setor da virtualização, nos últimos 12 meses, e esta tecnologia continuará a aparecer nas manchetes em 2008. Embora o conceito geral não seja novo, ele está se expandindo praticamente para todos os mais diversos pontos do data center e está mostrando ser uma ferramenta muito útil para uma maior variedade de situações.

Dan Kusnetzky, analista e diretor no Kusnetzky Group, pesquisa vários tipos de tecnologias de virtualização e acompanha inúmeros fabricantes especializados que fornecem desktops virtuais que executam aplicativos virtuais a partir de sistemas de armazenamento virtuais em redes virtuais, e até mesmo utilizam segurança virtual. Ele observa uma maior atividade em todas essas áreas, com novos produtos, como o Fusion, da VMware, que permitem que as máquinas virtuais sejam executadas no Mac OS, assim como possibilitam que a virtualização seja integrada em algumas das mais novas distribuições do Linux e com processadores da Intel e da AMD. “Colocar toda essa “carga” de executar uma máquina virtual no hardware faz com que tudo possa ser executado muito mais rapidamente”, declarou Kusnetzky.

No ano passado, as companhias ofereceram aplicativos virtuais, ou a capacidade de “carregar” novos aplicativos por meio de uma rede, sem precisar primeiramente instalá-los no disco rígido de um usuário. Os produtos nesse setor, de companhias como Thinstall, Appstream, Altiris e Microsoft estão, cada vez mais, aperfeiçoando e acrescentando recursos.

Eles têm diversos aspectos a favor: primeiro, os aplicativos estão sempre sendo corrigidos e atualizados, de modo que as novas atualizações são triviais; e isto é particularmente atrativo para os aplicativos que podem expor uma empresa a problemas de segurança, como os navegadores na web e outras conexões a internet. Em segundo lugar, os usuários podem trabalhar a partir de qualquer computador conectado à internet. Por fim, à medida que uma empresa de TI desenvolve novos aplicativos internamente, eles podem ser implementados rapidamente com controles de acesso centralizado somente para aqueles usuários que precisam executá-los. A virtualização com base em servidores também está se aperfeiçoando, com versões nativas do Xensource, adquiridas em 2007 pela Citrix, e hipervisores VMware disponíveis para processadores de 64 bits.

E existe um conjunto cada vez maior de “imagens” pré-criadas, da Microsoft (que as chama de discos rígidos virtuais) e da VMware (que utiliza o termo dispositivos virtuais), que podem tornar a configuração de um novo sistema operacional de desktop mais fácil do que nunca.
Kusnetzky fala sobre novos desenvolvimentos na área de virtualização, que permitirão a um usuário inicializar uma máquina virtual no local, suspender suas operações e, então, continuar a trabalhar a partir de outro computador, exatamente no ponto em que o trabalho foi interrompido - de modo similar a como um laptop consegue “acordar” do modo sleep. “Isso significa que você pode ter um desktop virtual que está constantemente em execução e acessível a partir de qualquer local no mundo e, ainda assim, permanece completamente seguro”, ele esclarece.

Apple e as companhias de plataformas cruzadas
Os preços das ações da Apple estão “na estratosfera”, e por uma boa razão. Depois de conseguir fazer os “maníacos por dispositivos” de todos os locais nos Estados Unidos ficarem acordados uma noite inteira, no verão passado, esperando para serem os primeiros a comprar um iPhone, existem mais mudanças sutis previstas para este ano. Pela primeira vez em muitos anos, neste momento, escolher o navegador ideal é uma corrida entre três preferidos, que são o Safari, da Apple, o Firefox, da Mozilla, e o Internet Explorer, da Microsoft. Conseguir que esses três navegadores tenham suporte técnico pode ser problemático para muitas corporações que dependem de intranets com base na web e de aplicativos internos. “É difícil projetar aplicativos para intranets que sejam bem executados tanto no Safari como no IE, por isso, nossa tendência é de dizer aos usuários que utilizem o Firefox para as intranets, e qualquer outro navegador para suas necessidades externas”, declarou Dan O’Donnell, administrador de colaboração na Rand Corporation. Como exemplo, o Sharepoint, da Microsoft, não funciona bem em nenhum dos navegadores Mac, uma situação que O’Donnell gostaria que fosse diferente.O Windows Vista, da Microsoft, lançado no começo de 2007, não foi considerado um acontecimento em grande parte das corporações. Muitas delas têm evitado qualquer migração “em massa” para o novo sistema operacional e preferiram permanecer com o XP ou mesmo optaram por migrar para o Mac OS. Embora o Vista tenha cumprido com suas promessas de reprojetar o kernel e de fornecer um novo modelo de segurança, ele foi prejudicado pela falta de aplicativos compatíveis e por uma série de suas próprias questões de segurança. “A relativa falta de segurança do Windows não é algo que a Apple provocou, mas ela certamente está se beneficiando com isso”, comentou O’Donnell.

A Rand é uma verdadeira empresa que trabalha com plataforma cruzada, com desktops Mac OS respondendo por 25% de seu inventário; o Windows, por 73%, e Unix/Linux, por 2%. “Embora sempre tenhamos um mix de sistemas operacionais de desktops, agora vemos pessoas que nunca utilizaram um Mac perguntarem mais sobre ele”, descreveu O’Donnell. “Isso se deve, em parte, ao fato de as pessoas estarem saturadas com todas as possíveis intrusões do Windows. Já ouvi muitos usuários veteranos do Windows se queixarem sobre o Vista”.

Redes de vídeo sobre IP

A combinação do YouTube, videoconferência ao vivo na web, e a facilidade e o menor custo de criar conteúdo de vídeo significa que mais vídeos serão executados em redes corporativas. O planejamento para a infra-estrutura apropriada será fundamental, especialmente nos próximos anos, à medida que mais aplicativos destinados a vídeos forem desenvolvidos.

“Geralmente, vemos a clássica situação da TI, quando ‘não’ é a palavra de ordem, quando se trata de acrescentar recursos de vídeo em redes corporativas, porque a maioria dos profissionais de TI está sobrecarregada e preocupada com o impacto das redes de dados”, disse Rick Mavrogeanes, um dos fundadores da Vbrick Systems, uma fabricante de aplicativos para redes de vídeo. “Em muitos casos, temos visto em que pontos os profissionais do suporte técnico às redes de TI não querem lidar com aplicativos de vídeo.

A relutância da TI não é somente uma questão de quanta largura de banda “bruta” é necessária, mas também uma premência por melhor entendimento de algumas das outras questões relacionadas a redes. “O tráfego de vídeo é mais consistente e não exige muita largura de banda, mas é preciso compreender as questões de latência e de QS (qualidade de serviço)”, afirmou Mavrogeanes. “Temos visto VoIP preparar o caminho para ser compatível com vídeo, porque, em muitos casos, elimina as questões de QS e latência em uma rede corporativa”.

Para compreender realmente os aplicativos de vídeo, observe a companhia de produções para a TV, Bunin-Murray, criadora dos “reality shows” The Simple Life e The Real World. A companhia implementa diversas soluções para suas produções de vídeo, de acordo com Mark Raudonis, vice-presidente de pós-produção e gerente de TI efetivo. Eles fazem cópias com baixa resolução, para edição off-line, e “podem evitar ter de recorrer à Ethernet com capacidade para gigabits, nos desktops”, ele explicou.

Mas para a edição do vídeo final ser transmitido, “mesmo a Ethernet com capacidade para gigabits não tem largura de banda suficiente. Nessas situações, acrescentamos fibra ao desktop e colocamos os vídeos em uma rede de armazenamento separada”. Mavrogeanes concorda com essa estratégia, dizendo que “é importante garantir que a estrutura de rede seja adequadamente compatível com recursos de multi-difusão.”

Data centers terceirizados
Já se foram os dias em que uma companhia realmente precisava ter seus próprios servidores internamente. Em 2008, haverá um crescente número de provedores de serviços gerenciados que, com satisfação, farão isso por você, e por um preço menor e oferecendo maior confiabilidade. “O desafio genérico dos aplicativos relacionados à internet é que vem aumentando a experiência necessária para mantê-la em execução e com segurança”, definiu Rich Bader, diretor executivo da provedora de outsourcing Easystreet Online Services. “Agora, é preciso estar atualizado com os patches e a precisão de sua configuração é mais importante, porque sua conexão com a internet será testada regularmente pelos que a querem invadir”.Isso acrescenta um maior grau de complexidade ao gerenciamento de servidores e dos aplicativos que os acompanham. “O gerenciamento de servidores é, provavelmente, o principal ponto de entrada”, declarou Charles Weaver, presidente da Associação Internacional dos Provedores de Serviços Gerenciados. “As grandes corporações têm departamentos de TI que sofrem de excessiva cobrança de taxas e de insuficiente disponibilidade de fundos, e estão recorrendo mais aos provedores para diminuir a carga de determinados segmentos do gerenciamento de TI, como de e-mail e de servidores, VPNs e segurança, monitoração de registros e auditoria”. A Clearpoint é um provedor que fornece seus serviços para 100% das redes e servidores de gerenciamento remoto, com mais de 25 mil dispositivos sob gerenciamento por meio de sua central de operações. O diretor da Clearpoint, Bob Longo, analisou: “Posso fazer isso por um custo fixo mensal, e também lidar com todo o gerenciamento de correções e com as interrupções de funcionamento. Eu entro em contato com o fabricante e espero que ele me envie o que for necessário para realizar possíveis reparos. Uma vez que um cliente assina um contrato comigo, será a última vez que ele precisará pensar em seus servidores.” Longo é um grande fã de uma nova linha de produtos da Microsoft, denominada System Center, que pode ser utilizada para monitorar chamadas pedindo soluções de problemas, realizar suporte técnico a desktops e iniciar atualizações de software em PCs individuais.
“Não somos ameaça para nenhum setor da TI “, mencionou Longo. Alguns de seus clientes têm testado os tempos de resposta de modos interessantes. “Um cliente nosso desconectou um servidor e esperou para ver quanto tempo levaria para que percebêssemos o que ele tinha feito”, ele contou.
E a menos que você pense que tais provedores são as menores empresas de sua cidade, observe em que setor a IBM está direcionando seus esforços. “Tem havido uma maior aceitação da terceirização e temos aumentado nossas ofertas de produtos, especialmente, no mercado de companhias de médio porte”, disse Rick Ruiz, gerente geral de serviços destinados a pequenas e médias empresas, na divisão de Global Technology Services da IBM. “As companhias estão demonstrando interesse em evitar os custos fixos, quando seus negócios se expandem. Elas ainda não querem aumentar seu quadro de profissionais, mas ainda acrescentam recursos. Elas querem se dedicar à sua atividade central”.

Aplicativos de “presence-aware”
Nosso último aplicativo que romperá com os padrões, neste ano, não se refere apenas a mensagens instantâneas ou VoIP, mas é o elo que os mantém unidos naquilo que a Cognoscenti chama de “conscientização de presença”. Existe um crescente número de soluções e também de fabricantes fornecendo produtos que pretendem descobrir o que o usuário está fazendo em determinado momento e facilitar a comunicação ou o caminho dos fluxos de trabalho.

A questão é a seguinte: quando uma pessoa tem um telefone por VoIP em sua mesa, ele também pode estar associado ao seu computador, por isso, se você estiver falando ao telefone, as pessoas que ligarem para você poderão ser identificadas como mensagens de ID (identificação) no aparelho, na tela de seu PC. Ou, se preferir, você pode agendar uma conferência de áudio e pode utilizar um website para configurá-la rapidamente. Ainda melhor, existem alguns aplicativos que também se integram com o telefone, portanto, as pessoas podem ver automaticamente seu status em seu software de mensagens instantâneas.

“A idéia é criar uma combinação de aplicativos que possa ser utilizada por centrais de atendimento e assumir processos corporativos e diminuir o grande número de latência e erros humanos”, acrescentou Mark Damphousse, diretor de tecnologia da Trinet Systems. Geralmente, esses aplicativos também ajudam na transição de um sistema de PBX mais antigo para um modelo mais novo, compatível com VoIP.

Existem dois caminhos separados referentes a protocolos, entre os quais os desenvolvedores de aplicativos podem escolher para tornar essa mágica possível: um deles é chamado de SIP (Session Initiation Protocol, ou Protocolo de Início de Sessão), e sua extensão para mensagens instantâneas, chamada de SIMPLE. A Microsoft utilize SIP e SIMPLE com suas mudanças proprietárias que ainda não foram padronizadas. O outro protocolo é conhecido como XMPP (Extensible Messaging and Presence Protocol, ou Protocolo Extensível de Presença e Transmissão de Mensagens). O XMPP foi adotado pelo Google Talk e Jabber, entre outros. Ambos os protocolos são empregados para controle de chamadas e têm o suporte técnico de diversos fabricantes, quanto a tarefas básicas de conscientização de presença e comunicações convergentes.

Enquanto o e-mail não se tornar obsoleto - embora Matt Tucker, diretor de operações da fabricante de ferramentas colaborativas e de mensagens instantâneas, Jive Software, tenha dito que “já se está falando que o e-mail é o novo correio lerdo” -, acrescentar recursos de conscientização de presença irá modificar o modo como sua companhia estabelece sua comunicação, em 2008.

por J. Nicholas Hoover / InformationWeek EUA
03/03/2008

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Mar 02

Wi-Fi logo O Brasil conta com, pelo menos, 1,3 mil pontos de conexão de Internet sem fio. O balanço é da Vex, empresa fornecedora de redes sem fio com tecnologia Wi-Fi no País. Os hotspots estão abertos a todos os usuários até o final de fevereiro, em caráter promocional. Assim como no Brasil, para a utilização do serviço, basta ter a assinatura de um provedor de Internet ou operadora de telecom conveniada ao plano da companhia.

Além do Brasil, a Vex opera na Espanha onde existem 900 hotspots em aeroportos e estabelecimentos comerciais de cidades como Alicante, Barcelona, Córdoba, Granada, Leon, Madrid, Sevilla, Valença e Zaragoza, entre outras. A companhia anuncia ainda a ampliação das operações em Portugal com a instalação de mais seis pontos de acesso localizados nos aeroportos de Lisboa, Faro, Porto, Ilha da Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada e Açores. Os próximos países da Europa a receberem hotspots da Vex são França e Reino Unido.

Via WNews

Faça um bom proveito dessa matéria.

Um forte abraço.

Equipe WebKing

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Mar 02

Este post é vara avisar as pessoas que costumam formatar o PC, e que depois disso, correm a internet da lado a lado atrás dos programas essenciais para um bom uso.

Aqui você vai uma coleção de programas freewares que podem substituir os programas pagos com maestria. A pequena lista de criei tem os seguintes programas:

7-Zip: Compactador de Arquivos. Substitui o Winrar e o Winzip
Avira Antivir PE Classic: Dentre os antiví­rus gratuitos, este é o melhor.
CCleaner 2.05.555: Excelente ferramenta para fazer aquela faxina no PC.
CDBurnerXP: Excelente alternativa ao Nero. Bem menor e mais leve!
eMule 048a: Velho conhecido de quem faz download.
Firefox: O browser da raposa! Esqueça de vez o Internet Explorer.
Foxit Reader: Leitor de PDF. Infinitamente menor e mais leve que o Adobe PDF Reader!
Guia de Codecs: Site onde tem o maior acervo de codecs da internet.
Live Messenger 8.5: O mais famoso comunicador instantâneo.
OpenOffice: Alternativa open source ao Microsoft Office.
Skype: Excelente comunicador via VOIP.
uTorrent: O melhor cliente torrent da atualidade. Prático e super leve.
WinAmp: Excelente alternativa ao media player do Windows.

Fiquem a vontade para dar a opinião de vocês sobre novos softwares.

Um forte abraço.

Equipe WebKing

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