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Mar 25

Com a banalização do Wi-Fi e outras ligações à Internet, com e sem fios, os fabricantes souberam reinterpretar para a conectividade o conceito de séculos do rádio/relógio/despertador, seja de cabeceira ou de secretária. As mais recentes tendências destes produtos dão-nos conta de equipamentos bem além das funções básicas esperadas, incluindo vocalizadores de email, molduras digitais, rádio Internet e uma permanente ligação a informação actualizada e pertinente, como o tempo ou o trânsito.

Chumby

O Chumby, fabricado pela empresa com o mesmo nome, é basicamente, um pequeno computador (do tamanho de um despertador comum) com hardware e software open source. O principal meio de interface com o Chumby é o seu ecrã a cores e sensível ao toque, de cerca de 9 centímetros de diagonal e resolução de 320 por 250 pixéis, enquadrado num corpo maleável, com exterior em tecido.

Por baixo desta aparência de peluche 2.0 podemos encontrar, para além do já referido ecrã, um processador Freescale a 350MHz, 64MB de SDRAM, 64MB de memória Flash acessível ao utilizador, dois altifalantes estéreo, saída de áudio e microfone integrados, um acelerómetro e um sensor de torção, para interacção com o Chumby. A conectividade essencial fica a cargo da ligação Wi-Fi, secundada por duas portas USB 2.0. O Chumby é alimentado directamente pela corrente doméstica, dispondo de uma pilha de 9V para manutenção temporária, em caso de falha de energia.

Todo este hardware dá ao Chumby possibilidades quase infinitas, podendo ser utilizado como despertador, rádio Internet, relógio, moldura digital, visualizador de email, feeds RSS e notícias, streaming e reprodução de vídeo e música, jogos, acesso a redes sociais, etc. O acesso a todas estas funções é dado através de pequenas animações em Flash, do tipo widget e que cobrem um universo quase ilimitado de informações e funções. Disponível através da loja online Chumby, por 179,95 dólares, cerca de 116 euros.

Nabaztag

Já aqui falámos do Nabaztag, da francesa Violet, o coelho mais futurista do mundo e provavelmente o antecedente histórico da dominação da Humanidade pelos seus servos robóticos. Este tipo de coisas começam mesmo assim: “Ele é tão fofinho!!” e evoluem rapidamente para uma rede IA de Nabaztags a quererem dominar o mundo.

Aparte as aspirações do Nabaztag e por enquanto, este coelho electrónico faz um pouco de tudo, desde sinalizar e ler emails recebidos, sinalizar e ler feeds RSS e notícias, dizer as horas, o tempo ou o trânsito, reproduzir rádio internet e música em formato MP3, desempenhar funções de despertador, etc., tudo através da suas orelhas motorizadas, cores camaleónicas e voz personalizável (incluindo português).

Apesar de não possuir qualquer tipo de ecrã ou mostrador, o Nabaztag é um companheiro ideal para a mesa de cabeceira e para as funções de despertador, principalmente para quem precisa de uma ‘dose’ de informação logo de manhâ. Em termos técnicos, o Nabaztag pode ser descrito como um portal Wi-Fi, agregador de informação online e de uma rede local.

A segunda versão do Nabaztag, designado Nabaztag/tag, acrescenta a possibilidade de interacção por sons e cartões RFID, graças ao sensor e microfone incorporados.

O Nabaztag/tag pode ser adquirido em diversas lojas online portuguesas, com links disponíveis no site do coelho mais inteligente do mundo, entre 128 e 140 euros.

SoundBridge Radio

Sim, a vida do dia-a-dia é mais interessante com coelhos e electrodomésticos online fofinhos. Mas este tipo de coisas não é para toda a gente e existe mais do que um argumento em favor da electrónica pura e dura, angulosa e negra como o Darth Vader.

O SoundBridge Radio, da Roku, é um rádio despertador ‘sério’, com um design sóbrio que se enquadra perfeitamente em qualquer escritório executivo ou doméstico. Aparte o seu ar mais tradicional, o SoundBridge Radio oferece uma solução muito mais completa que os dois produtos anteriores, embora mais centrado no som, acumulando funções autónomas de rádio internet com streaming de uma biblioteca central de música, tudo por Wi-Fi, sendo compatível com a maior parte dos protocolos e livrarias mais populares, incluindo iTunes e Windows Media Player.

Para além da música online, este equipamento possui um receptor AM-FM incorporado, colunas e subwoofer integrados e um leitor de cartões SD/MMC, para reprodução de música. Todas as funções podem ser controladas a partir de um controlo remoto fornecido.

O SoundBridge Radio possui ainda funções de despertador, possuindo um relógio auto-actualizável, botão de snooze e possibilidade de acordar com som de diferentes fontes, incluindo rádio Internet, rádio convencional, tons pré-definidos e música da biblioteca central ou de um cartão de memória, em volume crescente. Disponível nalgumas lojas de áudio ou através da loja online da Roku, por 299,90 dólares, cerca de 200 euros.

Philips AJL308

O Philips AJL308 é o info-excluído do grupo, já que não possui qualquer tipo de ligação à internet, Wi-Fi ou Ethernet. Todavia, compensa qualquer falta de conectividade com um generoso ecrã de 23 centímetros de diagonal e formato de 16:9, com resolução de 480 por 234 pixéis, para visualização de calendário, relógio e despertador, rádio, fotografias e reprodução de MP3.

O AJL308 possui um rádio FM digital integrado, para além de uma ranhura para cartões de memória SD e uma porta USB, para reprodução de ficheiros de música MP3 e WMA e visualização de fotos, apenas em formato JPEG.

O relógio/despertador possui alarme duplo, com reprodução de música de qualquer uma das fontes disponíveis, bem como uma função Timer, para adormecer ao som de sons ambientes pré-instalados.

Apesar de não possuir todas as funções dos restantes produtos apresentados, o AJL308 prima pela simplicidade e harmonia do seu interface, dando um cunho mais ‘visual’ ao conceito do comum rádio/despertador ou moldura digital. Por cerca de 150 euros, na maior parte das lojas e grandes superfícies especializadas em electrónica.

Por tek.sapo.pt

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Mar 25

e-bit prevê crescimento de 45% no faturamento
 
O comércio eletrônico brasileiro vem crescendo a uma média anual de 40% ao ano, e a previsão para 2008 não é diferente. O varejo online deve movimentar R$ 8,8 bilhões, subindo 45% em relação a 2007, com um total de 12 milhões de consumidores. Os números foram apresentados por Pedro Guasti, diretor da e-bit, empresa de análise do e-commerce.

Os números de 2007 – R$ 6,3 bilhões, aumento de 43% sobre 2006- ficaram abaixo das expectativas da e-bit, que esperava crescimento de 45%, para um total de R$ 6,4 bilhões. Guasti avalia que o varejo tradicional teve mais apelo ao público. E observa também uma dificuldade de cruzamento entre o canal físico e virtual, mesmo em empresas que possuem ambas as operações. “É comum ver consumidores em lojas com impressões que fizeram a partir de pesquisas de preços feitas pela internet. Segundo o relatório WebShoppers, cerca de um terços dos compradores online também procuram os produtos em lojas físicas.

Considerando a base de 39 milhões de internautas brasileiros (segundo Ibope/NetRatings, dezembro de 2007), 24% destes fazem compras online. Em 2007 houve crescimento de 35% no número de e-consumidores, de 7 milhões em 2006, para 9,5 milhões. “O crescimento é claramente impulsionado pelo acesso à internet das classes de mais baixa renda”, comenta Guasti.

Mais vendidos
As categorias de produtos mais vendidos em 2007, por volume de pedidos, foi a de “livros, revistas e jornais”, que respondeu por 17% das vendas, repetindo o índice do ano anterior. Em segundo lugar, produtos de informática responderam por 12% das vendas, seguidos por eletrônicos, com 9%.

O grande diferencial foi a categoria de “CDs, DVDs e vídeos”, que caiu do segundo lugar, com 16%, em 2006, para a sexta posição, sem porcentagem significativa, no ano passado. Para Pedro Guasti, da e-bit, este fato é resultado de um conjunto de fatores, como download direto, compartilhamento de arquivos, pirataria e facilidade de gravação. “Não medimos ainda as vendas online com download direto”, acrescenta.

Por ITWeb

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Mar 18

De acordo com o NIC.br, falta de habilidade é principal motivo declarado que leva o brasileiro a não usar a internet

Em mais um novo balanço, o crescimento da venda de computadores residenciais justifica o avanço no uso da internet no País. De acordo com dados da 3a Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil, a TIC Domicílios 2007, apresentado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br, as conexões em banda larga já estão presentes em 50% dos domicílios brasileiros, porém 42% ainda acessam a rede principalmente por modem tradicional via acesso discado.

O acesso à internet em centros públicos de acesso pago (internet cafés, lanhouses etc) saltou de 30% em 2006 para 49% em 2007, passando à frente do uso em domicílio, que se manteve estável em 40%.

Em 2006, a conexão dial-up era predominante, com 49%, enquanto a banda larga representava 40% dos tipos de acesso domiciliar. O crescimento da banda larga no período foi, portanto, de 10 pontos percentuais.

Hoje, os PCs estão presentes em 24% das residências brasileiras, o que representa aumento de 4 pontos percentuais em relação a 2006. O resultado mostra que os programas de inclusão digital que facilitam a compra de micros pela população por meio do aumento de financiamento e da isenção de impostos estão surtindo efeito.

Entre as principais atividades desenvolvidas na Internet em 2007 destacaram-se as ações relacionadas à comunicação, lazer e busca de informações online, que foram realizadas por quase 90% dos internautas brasileiros. Na comunicação, a internet foi usada principalmente na troca de e-mails (72%), na participação em sites de relacionamentos, como o Orkut (64%), e no envio de mensagens instantâneas (55%).

Inclusão digital

Segundo Mariana Balboni, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), os fatores socioeconômicos e as desigualdades regionais ainda são os principais determinantes do acesso à internet no Brasil: quanto maior a renda e a escolaridade, maior o acesso; regiões mais ricas têm mais acesso. Ou seja, a exclusão digital continua acompanhando a exclusão social no País.

O crescimento mais expressivo se deu em domicílios cuja renda está entre 3 e 5 salários mínimos, nos quais a penetração passou de 23% para 40% no período, e que são justamente o foco de programas como o Computador para Todos, do Governo Federal. E pela primeira vez, mais da metade da população brasileira com mais de 10 anos (53%) informa já ter usado um computador.

O principal motivo declarado que leva o brasileiro a não usar a internet é a falta de habilidade (55%), reforçando que a posse do equipamento não é pré-requisito para o uso. Outros motivos mencionados são a falta de necessidade ou interesse (39%) e a falta de condições de pagar o acesso (31%).

O estudo foi realizado entre os meses de setembro e novembro de 2007 e investigou 17 mil domicílios na zona urbana, entrevistando pessoas com 10 anos ou mais, nas cinco regiões do País.

Fonte: ITWeb
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Mar 16

web_design_1 O web design é a aplicação do design ao mundo da Internet na criação de sites, documentos e outros conteúdos disponíveis da maior rede tecnológica.
Normalmente quem tenta iniciar-se no mundo do Web Design depara-se com o problema de não saber por onde começar.

Este artigo tem a finalidade de servir como guia aos iniciantes nesta arte. Ao seguir estes passos pode-se facilmente atingir um nível de maturidade significativo em pouco tempo, eliminando produtos e conceitos que actualmente não são essenciais para dominar o assunto.

Depois destes passos estarem bem consolidados ganha-se a flexibilidade necessária para prosseguir numa área mais específica de acordo com o gosto.

1. Aprender XHTML (Extensible HyperText Markup Language)
O XHTML é a linguagem em que todas as páginas da Internet estão construidas.
Ao visualizar o código-fonte de uma página irá certamente deparar-se com essa linguagem. As páginas web (na sua maioria) não passam de de ficheiros com texto formatado e armazenadas em computadores específicos (servidores) para serem acedidas.
Uma das vantagens do XHTML é pertencer ao grupo das linguagens mais fáceis de aprender o que faz com que certas pessoas nem considerem o XHTML uma linguagem de programação.
web_design_4 Mas não vale fazer batota e ir logo para o Adobe Dreamweaver. Esta aplicação pode facilitar a vida ao início mas depois de se saber XHTML consegue-se usar o Dreamweaver para criar a página da forma que desejamos em metade do tempo, pois temos um maior controlo sobre o código e o layout final.
Estas ferramentas costumam gerar automaticamente código desnecessário o que aumenta o tamanho e peso da página fazendo com que demore mais a visualizar o seu conteúdo.
É possível aprender o XHTML num editor de texto simples gratuito como o Notepad++.
Caso tenha possibilidades adquira um livro recente sobre XHTML, faça uma pesquisa por tutoriais sobre XHTML ou visite o http://www.w3.org/MarkUp/Guide/ para uma breve introdução (em inglês) sobre programar em XHTML.

2. Aprender CSS (Cascading Style Sheets)
O CSS não é nenhum bicho de 7 cabeças! Pode ser um pouco mais avançado que o XHTML mas depois de se entender a sua essência é super simples de aplicar. Grande parte dos livros mais recentes sobre XHTML já cobrem o CSS pois na actualmente estas tecnologias juntas são responsáveis pela maior parte dos sites existentes.
O CSS é a linguagem responsável pelas cores, imagens de fundo, formatos das fontes e outros. A beleza de se usar CSS é que se pode controlar o formato de inúmeras páginas web apenas com um único ficheiro CSS.
Existe um tutorial online (em inglês) com uma introdução ao CSS http://www.w3.org/MarkUp/Guide/Style.

3. Aprender Photoshop

Todos os profissionais de design sabem usar um editor de imagem poderoso. O Adobe Photoshop pode ser difícil de usar no início por isso uns tutoriais poderão ajudar, ou então começar por um programa de edição um pouco mais simples como o PaintShop Pro ou o Paint.net (gratuito).
Uma técnica bastante utilizada por muitos profissionais do ramo é começarem a desenhar o site no Photoshop até chegarem a uma solução que os agrade. Depois filtra-se todas as imagens necessárias e começa-se a construir esse mesmo design em código XHTML e CSS.
Esta técnica poupa algum tempo pois já se sabe o que se pretende (é muito mais fácil e rápido fazer alterações de layout ou cores no Photoshop) e assim elimina-se desperdícios na produção de código desnecessário.

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4. Usar XHTML e CSS válido
Ao programar com XHTML e CSS válidos estamos a seguir as regras do Consórcio da World Wide Web. Existe bastante informação sobre as regras válidas destas linguagens em http://www.w3.org.
É importante salientar que ao codificar sobre estes padrões o site tem melhor chances de ser indexado pelos motores de busca e além disso mais possibilidades de ser bem visualizado pelos navegadores existentes.

5. Aprender Tipografia
A tipografia é definida como a arte ou o processo de criação de texto assim como o design gráfico das letras que o compõem.
O estudo das fontes ensina onde e quando se deve utilizar texto. Aprender sobre espaçamentos de letras, altura de linhas, formatações da letra faz com que se construa websites de forma mais estruturada e com possibilidade de privilegiar a leitura dos conteúdos.
É importante ter a noção que existe um grupo restrito de fontes que são reconhecidos pelos navegadores e pelos quais se deve optar. Mas uma forma prática de utilizar qualquer tipo de letra passa por guardar o texto em forma de imagem mas com moderação pois poderá pesar no tamanho do site.
Os visitantes do site (que em regra geral são todos preguiçosos) raramente se dão ao trabalho de descarregar a fonte do site mesmo que a disponibilize. As fontes mais comuns e seguras de utilizar são Arial, Arial Black, Comic Sans MS, Courier New, Georgia, Impact, Times New Roman, Trebuchet MS e Verdana.

6. Estudo das Cores
O estudo das cores é importante para atrair os visitantes pois é a primeira coisa que salta à sua vista.
A escolha de um conjunto de cores agradável é fulcral pois caso elas não se encontrem em harmonia o mais provável é os visitantes considerem o site aberrante e não lerem qualquer conteúdo lá inserido por mais importante ou interessante que seja.web_design_3
Uma técnica interessante e que costuma produzir bons resultados é o uso de esquemas monocromáticos. Estes esquemas não são mais que uma selecção de uma mesma cor mas em vários tons. Pode-se juntar o branco para tornar a cor mais clara e brilhante e o preto para tornar a cor mais carregada e sombreada.
Existem várias ferramentas que disponibilizam todas as cores possíveis de produzir através do CSS. Aqui fica uma de fácil utilização: http://wellstyled.com/tools/colorscheme2/index-en.html.


7. Inspiração e Prática

Uma boa forma de ganhar inspiração é navegar pela Internet em sites de design, fotografia e artes visuais de forma a moldar a mente de uma forma mais criativa. Ao analisar outras páginas também se pode aprender muito sobre tonalidades de cores e formas de organizar os conteúdos. Existem repositórios gratuitos (http://www.oswd.org) de layouts que podem para serem utilizados e alterados, contudo não é de boa ética copiar ou roubar código.
Pode-se também navegar por um portefólio de companhias especialistas na construção de sites. Panfletos, posteres e artes digitais também podem ser um bom veiculo para inspirar a mente.
Por último quanto mais se praticar e experimentar novas técnicas mais conhecimento é absorvidos e a forma de criar começa a aprefeiçoar-se fazendo com que os resultados sejam cada vez mais satizfatórios.

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Mar 16

Photo Dropper WordPress plugin 

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Um post bem escrito, fica mais agradável quando está acompanhado de imagens. Além de facilitar o entendimento ajuda a contextualizar o assunto.Há diversas ferramentas (plugins) para wordpress e outros editores offline (desktop) para blogs, mas o plugin photo-dropper facilita um bocado a tarefa de inserir imagens em seu blog. Principalmente quando buscamos imagens creative commons. Entre as funcionalidades descritas pelo autor, vale destacar:

·         Permite a busca de imagens creative commons no flickr diretamente no painel de adminstração (escrever/editar artigo) do blog;

·         Insere a imagem (ou imagens) encontrada(s) no seu post, na posição atual do cursor, no tamanho escolhido S-Small (pequeno), M-Medium (médio) ou L-Large (grande);

·         Além da imagem, já adiciona automáticamente o crédito para o autor/dono da imagem;

·         Na configuração do plugin, permite a busca por imagens que atendem o uso comercial ou não-comercial. A instalação do plugin é simples: 

  1. Baixar o plugin clicando aqui;
  2. Descompactar o arquivo baixado em uma pasta local;
  3. Fazer o upload, utilizando um programa de FTP, da pasta photo-dropper para o diretório de plugins da sua instalação WP, normalmente em dominio/wp-content/plugins/;
  4. Ativar o plugin no painel de adminstração do wordpress;

Se quiser pode alterar as configurações em Painel Adminstrativo > Opções > Photo Dropper, onde é possível:- escolher a quantidade de imagens no resultado da busca;- buscar imagens que possam ser utilizadas de forma comercial (marcado) ou não-comercial;- ordenar o resultado por fotos “mais interessantes”; 

Opções de configuração do plugin  

Para usar o plugin, basta escrever ou editar um artigo.

Na área “Photo Dropper ” colocar o termo a ser pesquisado e clicar em “Search”;

 Executar a busca por imagens

No resultado da busca é possível navegar entre as páginas (quando houver mais de uma);

Para inserir a imagem escolhida no artigo, selecione um dos tamanhos disponibilizados (pequeno, médio e grande);

 

 

No link  é possível visitar a página do flickr onde a foto está armazenada.

Note que o resultado da busca traz somente as imagens sob licença creative commons. Nas propriedades da imagem no flickr, observar as imagens com Some rights reserved (Alguns direitos reservados). As imagens All rights reserved (Todos os direitos reservados) não podem ser utilizadas sem a autorização expressa do proprietário. O plugin foi encontrado em uma imagem inserida no blog: Better than therapy. 

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Mar 16

O Google anunciou seu mais novo e gratuito – para manter a tradição – produto. O Ad Manager é uma aplicação web que permite o gerenciamento completo de anúncios em páginas web, com todas as facilidade de softwares como o OpenX (antigo OpenAds) e features disponíveis no próprio AdWords, produto de anúncios contextuais da empresa.

Pelas características anunciadas, o Ad Manager tem tudo para ser mais um grande sucesso do Google, ampliando ainda mais o seu raio de atuação na Internet e principalmente na publicidade online (ouvi um gemido vindo de Redmond?).

Gerenciamento de Inventário e “Calhau” do AdSense

Google Ad ManagerComo todo bom gerenciador de publicidade online, o Ad Manager possui controle completo do inventário de anúncios, podendo exibir propaganda em locais definidos (ad slots), agrupar os locais por página ou site e definir seus posicionamentos (ad placements) e até mesmo reunir anúncios por tags ou assuntos (critérios definidos por você) em produtos (ad products).

O inventário permite ainda saber quais anúncios estão disponíveis para determinadas datas, locais ou critérios. Dessa forma você evita conflitos de anúncios e espaços vazios desnecessariamente. Mesmo que determinado espaço não possua anúncios vendidos, você não precisa preenchê-lo com um “calhau” (Anuncie Aqui, por exemplo). Em seu lugar você pode definir um anúncio do AdSense, que funcionará da mesma forma que se estivesse ali originalmente.

Controle de Exibição e Direcionamento de Anúncio

É possível controlar qual anúncio ou grupo de anúncios será exibido para o visitante de acordo com o horário, posição geográfica, navegador e/ou sistema operacional utilizado e até mesmo por valores definidos de usuário (se a página exibida é resultado de uma busca, por exemplo).

Também temos o total gerenciamento da freqüência de visualização de um mesmo anúncio pelo mesmo usuário, podendo definir que tal banner só é exibido 1 vez por dia para cada visitante, por exemplo.

Mais controle? Podemos definir qual produto será pago por exibição (CPM), por clique (CPC) ou por dia (CPD). Os valores também são definidos e podem entrar no leilão juntamente com o AdSense – os seus anúncios vendidos só serão exibidos se o valor for maior que os anunciantes do AdSense para aquele slot, naquele contexto. Não há menção ainda sobre o modelo CPA – custo por ação.

Economia de Banda de Servidor

Imagens e Rich Media (flashes, vídeos, etc) são ótimos ladrões de banda, por isso muitos de nós usamos servidores de terceiros para hospedar nossas “multimedia” – imagens no Flickr, vídeos no YouTube, etc. Com o Ad Manager, todas as peças vendidas poderão ser hospedadas em qualquer lugar que você quiser, inclusive nos servidores do Google =). Isso, ZERO de banda para servir anúncios.

Controle de Acesso e Relatórios

Todo tipo de relatórios para saber os mínimos detalhes dos anúncios servidos estão disponíveis na nova ferramenta. Rápidos, precisos e confidenciais, em segundos você pode visualizar suas vendas e exibições nas posições, sites e clientes, com a possibilidade de personalizar a página de exibição, adicionando ou removendo colunas e alterando a ordem de exibição dos ítens.

Se você trabalha com agências e clientes, poderá conceder acesso diferenciado a eles em sua interface, onde eles poderão ter acesso a dados limitados nos relatórios definidos por você. Transparência total.

Infinitas Possibilidades

Quando esse aplicativo estiver disponível – por enquanto só para betas convidados (quase ouvi um lamento do outro lado da tela) – vai facilitar muito o gerenciamento de anúncios em redes de blogs, portais, sites parceiros e mesmo clientes diferentes gerenciados por uma mesma empresa. Acredio até que algumas pequenas empresas de anúncios vão passar a usá-lo para tocar seus negócios, substituindo ferramentas atualmente existentes, algumas caríssimas. Quem sabe até grandes empresas?

Por enquanto nos resta solicitar ao Google uma conta beta e esperar a oportunidade de testar o produto.

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Mar 16

Finanças Pessoais do dia-a-diaEsta semana vivemos, sob o aspecto econômico, momentos muito interessantes no Brasil. Hoje, em um suplemento especial de 20 páginas, o jornal britânico The Guardian traça um panorama, um raio-x, do país “mais conhecido pelo futebol, samba e sensualidade”.

Dando ao Brasil o título de “terra de contrastes”, o jornal analisou nossa economia, agricultura, energia, saúde e cultura, não esquecendo de expor um perfil do presidente Lula e da cidade de São Paulo, carinhosamente apelidada de “a cidade do futuro”.

Os especialistas do jornal apostam no bom desempenho macroeconômico do país, lembrando que o fluxo de investimentos atingiu níveis recordes e dando destaque para a exportação, que vai desde soja até biocombustíveis e bens duráveis. O estudo destacou também o aumento da renda de ricos e pobres para justificar o crescimento interno.

O crescimento foi pra valer!
A reportagem coincide com dois eventos importantes, consumados nessa semana: a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) de 2007 e a tão aguardada ata da última reunião do Comitê de Políticas Monetárias (Copom).

O bom desempenho da economia, comentado também pelo The Guardian, pode ser constatado no considerável crescimento no PIB do ano passado, encerrado com alta de 5,4%. O que chama a atenção é o desempenho agropecuário. De um modo geral, o resultado alcançado do Produto Interno Bruto foi de R$ 2,6 trilhões.

Já o PIB per capita, divisão do PIB pelo total de número de residentes no país, teve um crescimento real de 4% em relação a 2006, alcançando R$ 13.515,00. O último trimestre de 2007 teve uma expansão de 6,2% quando comparada ao período equivalente de 2006 e de 1,6% quando comparada à expansão do terceiro trimestre de 2007.

De certa forma, o resultado surpreendeu a maioria dos analistas e suas previsões. Essa constatação tornou-se evidente com a pesquisa Focus (levantamento semanal realizado pelo Banco Central com diversas instituições financeiras), que demonstrava percentual esperado de 5,2% para o PIB de 2007. Até o governo previa algo em torno de 5,2% ou 5,3%, como o Ministro Guido Mantega comentou em entrevista recente.

O consumo das famílias teve sua quarta alta seguida, desta vez de 6,5%. Fica fácil apontar de onde sairam os recursos que garantiram o bom resultado: crédito fácil. Eu disse fácil, não barato. Um dos desempenhos mais espetaculares do ano foi, no entanto, da chamada intermediação financeira. Isso mesmo, os bancos, financeiras, empresas de cartões de crédito ganharam muito dinheiro em 2007.

Ambiente favorável
Em momentos de bom desempenho econômico o otimismo volta a reinar forte, o apelo ao consumo se torna algo mais natural e o aumento do trabalho formal permite que mais as pessoas idealizem sonhos materiais. Como exemplo do reflexo dessa mudança cito a indústria automobilística, que experimentou recordes inimagináveis até pouco tempo atrás.

Analistas consultados pelo jornal The Guardian concordam que a forte demanda doméstica, somada à estabilidade financeira e exportações bem distribuídas ofereceram ao país alguma proteção contra o desaquecimento americano. Tudo isso transforma o país em um porto seguro para o capital mundial. Basta lembrar que o excesso até nos fez tomar medidas restritivas contra a entrada de dólares no país.

Como fica a Selic?
No meio desse mar de otimismo foi divulgada a ata da última reunião do Copom. A possível alta da inflação coloca em perigo a meta estipulada para o ano de 2008, de 4,5%:

“O COPOM considera que a persistência de descompasso importante entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregadas tende a elevar a probabilidade de que tal cenário venha a se materializar”

Esse trecho da deixa clara a intenção dos representantes de, já na próxima reunião, optar pela elevação da taxa básica de juros (Selic). Infelizmente, a leitura que o Banco Central faz de uma demanda interna “robusta” se encerra na crença de que o consumo se reflete apenas nos gastos das pessoas, deixando de lado outro ponto crucial: a redução de gastos da máquina pública.

O Brasil e o seu dinheiro
A expectativa da alta da Selic reforça a recomendação de investimentos atrelados a essa taxa: fundos atrelados à Selic ou CDI e títulos do tesouro são boas opções caso essa possibilidade se concretize. O Brasil passa por um momento importante, afinal nunca tivemos pontos positivos com tamanha singularidade.

O bom momento econômico externo foi crucial, mas o verdadeiro teste vem agora. O mundo revê o seu crescimento para baixo enquanto nós pensamos, cada vez mais, em crescimento. Falando nisso, qual foi o seu crescimento pessoal em 2007? Já fez essa reflexão? Aproveite o final de semana para descansar, mas utilize seu tempo também para projetar seu crescimento em 2008.

Fontes usadas como consulta para este artigo: Infomoney, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo.
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Mar 16

Com base nas ameaças que os utilizadores enfrentam actualmente ao navegar na Internet, o World Wide Web Consortium (W3C) decidiu criar um novo grupo de trabalho ao qual chamou Security Context.

O objectivo é tornar a Web um espaço de navegação de confiança, assente em novas normas que capacitem os browsers para um trabalho mais fiável, ajudando os utilizadores na tomada de decisões que não ameacem a sua segurança online.

Tim Berners-Lee, director do consórcio, defende em comunicado que quando se navega na Internet o browser utilizado deve ajudar o utilizador a entender quem são os responsáveis pelas páginas visitadas já que apesar “de existir muita tecnologia de segurança”, os utilizadores “necessitam de maior ajuda para que não sejam enganados”.

Para levar a cabo a sua missão o grupo precisa de chegar a um consenso acerca das informações que os utilizadores necessitam que os browsers transmitam, para se certificarem do seu “contexto de segurança”, e a forma como a poderão fazer chegar ao utilizador para que ele se consciencialize dos perigos existentes.

Outro dos objectivos é sugerir formas que tornem estes programas menos vulneráveis às ameaças muitas vezes ocultadas pelos interfaces utilizados para registar possíveis ataques.

O novo Security Contest Work Group é o resultado de um workshop sobre Usabilidade e Transparência da Autenticação da Web – realizado em Março deste ano – que juntou empresas como a HP, Google, Mozilla, Nokia, Sun, entre muitas outras, a líderes da comunidade financeira online para discutir as ameaças na rede.

Este workshop demonstrou o interesse das organizações no tema pelo que a W3C prevê que a nova fundação reuna uma forte colaboração de criadores de browsers, especialistas na área da segurança, institutos de pesquisa, entidades financeiras e utilizadores finais.

O Security Context terá as suas acções coordenadas com outras organizações que já possuem algum know-how no sector, tais como a IETF, OASIS e a Liberty Alliance e conduzirá o seu trabalho sob as políticas da W3C.

Fonte: tek

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Mar 16

Foi publicado um draft do HTML 5. Embora a versão final da especificação só deva ser publicada em 2010, o draft agora publicado pelo World Wide Web Consortium já permite perceber aquelas que serão as principais novidades a introduzir na linguagem de programação Web, que não recebe um upgrade significativo desde 1997.

As novas funcionalidades incluem APIs para desenhar gráficos bidimensionais, embutir e controlar conteúdos áudio e vídeo permitir aos utilizadores a edição de documentos e partes de documentos interactivamente.

Entre os principais objectivos da especificação HTML 5 estão melhorias ao nível da interoperabilidade e redução dos custos de software, o que se espera seja possível através de uma especificação que forneça normas mais claras para o manuseamento de documentos em HTML e para a recuperação de erros.

O grupo de trabalho que tem estado a desenvolver a nova especificação inclui cerca de 500 participantes, onde se encontram muitos dos grandes nomes da indústria das TI, telecomunicações e Internet.

O ponto de partida do trabalho de desenvolvimento foi a criação de uma norma aberta e sem royalties para os conteúdos e aplicações web.

Fonte: Tek-Sapo

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Mar 14

Ruby on Rails é um framework gratuito que promete aumentar velocidade e facilidade no desenvolvimento de sites orientados a banco de dados (database-driven web sites), uma vez que é possível criar aplicações com base em estruturas pré-definidas. Frequentemente referenciado como Rails ou RoR, o Ruby on Rails é um projeto de código aberto escrito na linguagem de programação Ruby. As aplicações criadas utilizando o framework Rails são desenvolvidas com base no padrão de projeto MVC (Model-View-Controller).

Componentes
O Rails é um “meta-framework”, uma vez que é uma junção de cinco frameworks:

Active Record
O Active Record é uma camada de mapeamento objeto-relacional (object-relational mapping layer), responsável pela interoperabilidade entre a aplicação e o banco de dados e pela abstração dos dados.

Action Pack
Compreende o Action View (geração de visualização de usuário, como HTML, XML, JavaScript, entre outros) e o Action Controller (controle de fluxo de negócio).

Action Mailer
O Action Mailer é um framework responsável pelo serviço de entrega e até mesmo de recebimento de e-mails. É relativamente pequeno e simples, porém poderoso e capaz de realizar diversas operações apenas com chamadas de entrega de correspondência.

Active Support
Active Support é uma coleção de várias classes úteis e extensões de bibliotecas padrões, que foram considerados úteis para aplicações Rails.

Action WebServices
Provê uma maneira de publicar APIs interoperaveis com o Rails, sem a necessidade de perder tempo dentro de especificações de protocolo. Implementa WSDL e SOAP.

O Action Web Service não estará mais presente na versão 2.0 no Rails, visto que o mesmo está voltando-se para a utilização do modelo REST. Mesmo assim, aos ainda interessados em utilizá-lo, será possível fazê-lo através da instalação de um plugin.

Escalabilidade

A maioria dos sites não necessita de esquemas sofisticados de escalabilidade, bastando alguns aceleradores. Em sites menores ou normais, uma configuração padrão do servidor web consegue suportar uma boa quantidade de carga, principalmente se forem usados o FastCGI, LightTPD ou Mongrel, que são necessários para obter uma velocidade aceitável de abertura da página. Comparando uma aplicação com FastCGI e sem FastCGI (rodando Ruby direto como CGI), a diferença é perceptível em qualquer aplicação. O processamento do código (sem contar o tempo de download) em CGI ocorre em no mínimo 10 segundos mesmo em servidores Quad Core, enquanto que em FastCGI o desempenho é notável: em no máximo 1 segundo a página é processada, tal qual linguagens web como PHP.
Existem casos de sites feitos em Rails que suportaram 5 milhões de visitas em um mês, ou seja, aproximadamente 115 por minuto, uma performance considerada bastante suficiente para 90% das aplicações atuais. Nestes sites, uma questão frequente é sobre a escalabilidade de aplicações escritas em Rails. Ao contrário de outras tecnologias, você não precisa fazer um código específico para que o sistema esteja preparado para “escalar”. Quando necessário pode-se adotar uma das táticas disponíveis para escalabilidade em Rails. Vale notar que o único problema da escalabilidade é a manutenção de sessões entre servidores. Portanto, a saída mais óbvia é guardar estas sessões em volumes NFS, acessíveis por todos os servidores de aplicação. Outra tática é usar o armazenamento de sessões diretamente no banco de dados. Uma terceira, seria salvar a sessão em um cookie na máquina do usuário. Como pode-se ver, uma aplicação Rails já nasce com todo o suporte necessário para crescer sem traumas.

Referência: Wikipédia

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